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Blog da Eliane Sinhasique


Olá visitante!

Como este blog não comporta a quantidade de caracteres dos meus artigos, estou migrando para um velho blog (que nem me lembrava mais!)

http://elianesinhasique.blogspot.com

Espero sua visita por lá!

Só para atiçar, meu novo post é "MEU FIHO É GAY. E DAÍ?

Um abraço!



Escrito por Eliane Sinhasique às 03h07
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Não sei o que está acontecendo com meu blog... não está aceitando meus textos...

diz que eu tenho que reduzir a quantidade de caracteres...

se eu reduzir em mais de 4 mil caracteres (como o blog está exigindo) não vou conseguir explicar meu raciocínio...

Isso aqui não é twitter!

Alou  Uol! O que é que está acontecendo?



Escrito por Eliane Sinhasique às 13h09
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Olá navegantes!

Tenho andando muito ocupada e por isso não tenho postado novos textos...

Vou tentar corrigir isso!

      

 



Escrito por Eliane Sinhasique às 13h01
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http://www.youtube.com/watch?v=hh0LTpqj4ko



Escrito por Eliane Sinhasique às 16h07
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Há 3 anos começei o Movimento  Popular no Acre, o Menos Impostos, Mais Energia, pela redução do ICMS nas contas de energia dos acreanos. A coisa ganhou corpo e apesar da Federação das Industrias do meu estado não entrar nessa briga, a Fiesp e a Ciesp entraram e agora a luta é de todos os brasileiros!



Escrito por Eliane Sinhasique às 15h45
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Energia a Preço Justo



Escrito por Eliane Sinhasique às 15h44
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Para repor a verdade!

O crime compensa???

 

            A Previdência Social Brasileira não é uma mãe.

         Apesar de ter iniciado um artigo dizendo que a Previdência Social Brasileira era uma mãe (artigo publicado aqui neste espaço em 27 de novembro do ano passado), hoje escrevo para dizer o contrário.

         Um atento leitor, Marcio Antonio Marques de Almeida, de Belo Horizonte/MG  (marcalm@uol.com.br), felizmente me chamou a atenção e sobre a questão me debrucei porque não gosto e não me permito ser a dona da verdade.

         Tenho humildade suficiente para reconhecer que cometo falhas e boa vontade para corrigi-las como farei aqui.

         No artigo “O crime compensa” eu disse que quando um trabalhador comum, se machucava ou sofria um acidente e precisava parar de trabalhar, ele ganharia um salário mínimo da previdência enquanto que os dependentes dos presos, por qualquer crime, poderiam requerer à seguradora do trabalhador brasileiro, o auxílio reclusão no valor de R$ 810,18 (oitocentos e dez reais e dezoito centavos) enquanto o cidadão infrator estivesse na penal.

         Isso é verdade. Mas não é tão simples assim!       

         No tópico Dúvidas frequentes no site http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22 sobre: (...) perguntas e respostas, mostra que o auxílio-reclusão não é o disparate que afirmei ser, nem é pago injustamente aos dependentes do preso, nem nas proporções que informei.

            O Auxilio Reclusão é um benefício legalmente devido aos dependentes de trabalhadores que contribuem para a Previdência Social.          Quem nunca contribuiu, não tem direito.

         O benefício é pago enquanto o segurado estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto e não receba qualquer remuneração da empresa para a qual trabalha, nem auxílio doença, aposentadoria ou abono de permanência em serviço. Dependentes do segurado que estiver em livramento condicional ou em regime aberto perdem o direito de receber o benefício.  

         Além disso, não foi correto dizer que as famílias das vítimas não recebem qualquer ajuda da Previdência Social. Ao contrário, recebem sim! Desde que a vítima (assim como preso) esteja quite com a Previdência, seus dependentes receberão a devida pensão (art. 74, da Lei 8.213/91, a mesma que prevê o auxílio-reclusão no art. 80).

         Para a concessão do benefício, são exigidos alguns requisitos:

- o segurado que tiver sido preso não poderá estar recebendo salário da empresa na qual trabalhava, nem estar em gozo de auxílio-doença, aposentadoria ou abono de permanência em serviço;

- o último salário de contribuição do segurado (vigente na data do recolhimento à prisão ou na data do afastamento do trabalho ou cessação das contribuições), tomado em seu valor mensal, deverá ser igual a R$ 810,18 desde primeiro de janeiro de 2010, independentemente da quantidade de contratos e de atividades exercidas. Ou seja, se ele ganhava mais que R$ 810,18, seus dependentes terão que se “virar nos 30” para sobreviver.

         De qualquer forma, perder a liberdade nunca será um bom negócio para ninguém.

         Grata ao Márcio Almeida por suas brilhantes observações sobre o “bolsa bandido”.

 

        

        



Escrito por Eliane Sinhasique às 00h10
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Obrigada por sua visita!

Oi Gente!

Desde que escrevi a Carta Aberta para o Renato Aragão, em agosto de 2007, todo ano, quando começa a campanha do Criança Esperança, ela volta à circular na net. Uma pena é que já fizeram um monte de "remendos" na minha carta... Para que não tenham dúvidas sobre o que escrevi, euzinha mesmo, republico a carta aqui, exatamente como escrevi em 2007, sem falar em Criança Esperança e sem ao menos citar a Rede Globo.

Penso que quem quiser doar, para qualquer entidade filantrópica, pode e deve fazer sua "boa ação". Isso depende do coração e do bolso de cada um.

 

CARTA ABERTA PARA RENATO ARAGÃO

 

Rio Branco, Ac – 23 de agosto de 2007

 

Querido Didi,

 

Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências). Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e te escrever uma resposta.

 

Não foi por "algum" motivo que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação.   

 

Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação, não ordeno as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da família. Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não mata ninguém. Estudei na escola da zona rural, fiz supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro empresária. Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem falar dos impostos embutidos em cada alimento, em cada produto que preciso comprar para minha família.

 

Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais. O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores, dessa dinheirama toda, não tem a educação como prioridade. O dinheiro está saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda?

 

Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você. É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se endereçada ao Presidente da República. Ele é "o cara". Ele tem a chave do cofre. Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

 

No último parágrafo da sua carta, mais uma vez, você joga a responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da "minha" doação, que a "minha" doação faz toda a diferença. Lamento discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.

 

Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família. Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.

 

Outra coisa Didi, mande uma carta para o Presidente pedindo para ele selecionar melhor os professores. Só escolher quem de fato tem vocação para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam, além de ler, escrever e fazer contas, desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.

 

Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando...  

Eliane Sinhasique

Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari 

P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal educada: vou rasgá-la antes de abrir.



Escrito por Eliane Sinhasique às 00h43
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Pela Redução do ICMS nas contas de luz dos acreanos!

Uma luta justa!

 

         Encaminharemos ontem, dia 9 de junho, ao governador, o mesmo documento reivindicatório que encaminhamos para a Assembléia Legislativa do Estado do Acre para que todos tomem conhecimento, por escrito e assinado, de um grande anseio da população do Estado do Acre.

         Os brasileiros, residentes e domiciliados em vários municípios do Estado do Acre, sendo: 291 em Capixaba; 451 de Xapuri; 2.513 em Tarauacá; 134 em Bujari; 521 em Sena Madureira; 2.413 em Cruzeiro do Sul; 232 em Mâncio Lima; 135 em Rodrigues Alves e 20.506 moradores de Senador Guiomard e Rio Branco, num total de 27.196 moradores, reivindicam modificações na Lei Complementar Nº 100, de 18 de Dezembro de 2001, no seu Artigo18 – V que estabelece novas alíquotas de ICMS para as contas de energia elétrica de todos os acreanos.

         Nossas reivindicações são que:

a)     O consumo mensal de até 50 Kwh, permaneça isento.

b)    O consumo entre 50 Kwh até 100 Kwh, baixe de 12 para 10 por cento.

c)     O consumo de 100 até 140 Kwh, baixe de 17 para 15 por cento e;

d)    Acima de 140 Kwh o ICMS baixe de 25 para 17 por cento como era desde 1996 até 2001.

e)     Reivindicamos também que o governo determine o fim da inclusão do ICMS na base de cálculo da conta de energia, o cálculo “por dentro”, que aumenta o valor final do ICMS nas contas de luz dos acreanos.

         O povo do Acre há muito sofre com os picos de energia, com os apagões, com o péssimo atendimento e ineficiência na distribuição de energia da Companhia de Eletricidade do Acre/Eletroacre (agora Eletrobrás) e com o valor da tarifa energética.

         Entendemos que o povo do Estado do Acre é muito pobre para arcar com uma energia tão cara para seus padrões.

         Entendemos que a desoneração da tarifa de energia residencial, comercial e industrial é fundamental para alavancar o desenvolvimento do estado que busca crescer e prosperar.

         O governo brasileiro, atento à essa necessidade, já estuda formas de reduzir o preço da energia elétrica no País, que figura entre as cinco mais caras do mundo. Uma maneira de o governo agir nesse sentido é estimular os Estados a reduzir o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O governo está concluindo um levantamento mostrando que a tributação muda muito de um Estado para outro. Rondônia, por exemplo, cobra no máximo 17% de seus consumidores residenciais. Já Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio de Janeiro aplicam uma taxação de 30% e, no Acre, esse imposto chega a 33,33% porque o ICMS compõe a própria base de cálculo, é “por dentro”, o que eleva ainda mais a nossa alíquota.

                   Na certeza de que o governo do Acre esteja também sensibilizado com essa questão, encaminhamos nossas reivindicações e as cópias das respectivas assinaturas originais, para que os poderes legislativo e executivo, autoridades competentes, possam tomar as devidas providências que se fazem necessárias para tal modificação.

                   Nossa luta é justa!

 

 

Eliane Sinhasique é jornalista, radialista, publicitária e representante do Movimento Popular Menos Impostos, Mais Energia.

Twitter: @sinhasique

 

 

 


 



Escrito por Eliane Sinhasique às 00h27
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Carta aberta à Presidente Dilma

(Um pedido de socorro!)

 

Rio Branco, Acre, 20 de abril de 2011

 

         Querida Presidente,

 

         Te chamo de querida porque te quero muito bem e me orgulho de ter uma mulher como presidente do meu País (não gosto de chamá-la de “presidenta” porque acho a sonoridade sofrível).

         Mas não é para falar da sonoridade de uma palavra que estou te escrevendo. Escrevo, aqui do meu Acre, para lhe contar algumas coisas e dar notícias desse pedacinho do Brasil (ou “pedação” porque em tamanho territorial somos maior do que o estado de Alagoas, do Ceará, da Paraíba...) e dizer o que nós, aqui no extremo norte, sofremos.

         Presidente, hoje no nosso estado a Gasolina está custando de R$ 3,13 à R$ 3,30 o litro, na capital, e R$ 3,50 no município de Cruzeiro do Sul! No nosso entendimento esse preço é um abuso com os consumidores. Nós, acreanos, sofremos dois aumentos no combustível nas duas últimas semanas!

         Nosso estado é pobre e ainda está tentando se desenvolver. Com esse preço, tudo aqui também fica mais caro.

         Quando escuto falar nos dados oficiais da inflação do Brasil me dá vontade rir. Aqui no Acre a inflação é galopante, tudo sobe da noite para o dia.

         O pão que custava R$ 3,50 o quilo há 5 anos, hoje custa R$ 6,00 o que equivale a um aumento de mais de 70%! O pãozinho aumentou 14% ao ano. Isso é só um exemplo. Os comerciantes alegam que o custo do transporte do trigo é muito elevado e por isso o preço é esse mesmo e pronto!

         Minha Presidente, não conseguimos entender como o Brasil que é auto-suficiente em petróleo penalize os próprios brasileiros com um combustível tão caro. Aqui no país vizinho, na Bolívia, podemos comprar o nosso combustível da Petrobrás por R$ 1,15 litro! Se exportamos é porque está sobrando combustível.

         Tem alguma coisa errada! Estamos pagando, praticamente, dois dólares por litro!

         O País Venezuela, colocado ao Brasil, também é produtor de petróleo e lá os venezuelanos compram 40 litros de gasolina com um dólar!

         A Petrobrás exporta petróleo por uma ninharia e nós, donos do petróleo, pagamos muito caro por ele. Como pode uma coisa dessas???

         Vejo a senhora e os ministros falando em controle da inflação o tempo todo mas, na prática,  essa inflação está corroendo o salário do trabalhador como o ácido corrói o ferro.

         O transporte público coletivo também é outro ponto que massacra os trabalhadores e onera o custo operacional das empresas com o vale transporte. Hoje um acreano paga R$ 2,40 na passagem de ônibus e o maior percurso que temos na nossa capital, Rio Branco, é de 19 Km!

         Os acreanos sofrem minha Presidente!

         A energia elétrica que antes era gerada com óleo diesel continua pela hora da morte. Mesmo com um linhão, interligado ao sistema nacional, que gera energia por hidrelétrica, o que teoricamente baratearia seu custo, estamos pagando ainda mais caro! O ICMS da nossa conta de luz é calculado “por dentro” e os acreanos que consomem mais de 140 Kwatt pagam mais de 33,33% só de ICMS, ao Estado do Acre, além do Pis e da COFINS ao Governo Federal. Presidente, nossa conta de luz tem mais de 42% só de impostos e o nosso kwatt chega a 0,529920 como se Acre fosse um estado rico.

         Eu te pergunto minha Presidente, como um estado como o Acre, tão distante dos centros produtivos e com uma energia tão cara poderá se desenvolver?

         Temos pouco mais de 730 mil habitantes e desses, poucos ganham mais de R$ 22 mil por ano. A previsão da Receita Federal no Acre é de recolher em torno de 60 mil declarações do Imposto de Renda. Como dá para ver, são poucos os “afortunados” que existem por aqui.

         Além, Presidente, de pagarmos caro pela energia, essa energia acredito ser a pior do Brasil. Sofremos muitos apagões e interrupções constantes de energia além dos picos de luz que queimam máquinas e equipamentos. Só em 2010 foram mais de 4.700 interrupções! Os prejuízos são enormes.

         É impossível se pensar em industrialização, de qualquer coisa aqui no Acre, com essa energia de péssima qualidade. Até a criação de frangos para abate sofre com as constantes quedas de energia.

         No momento, o povo do Acre está fazendo um movimento popular histórico pela redução dos impostos e pela melhor qualidade na energia. O Movimento Popular Menos Impostos, Mais Energia vai pedir ao Governo do Estado que reduza o ICMS numa tentativa de baratear os custos energéticos para o povo acreano. Um trabalhador, uma trabalhadora que ganha um salário mínimo está gastando cerca de 30% do seu salário com a conta de luz. É muito minha presidente!

         Sei que a senhora tem um país inteiro para cuidar, sei que a missão é difícil, sei que existem coisas na administração de um país incompreensíveis para os reles mortais, como eu, mas peço socorro em nome do povo do Acre e do Brasil. Que a senhora sente e converse com o pessoal da Petrobrás e reavalie os custos do combustível para o povo brasileiro. Quem sabe, na minha visão simplista da situação, com o barateamento do combustível para o brasileiro será possível conter a inflação?

         Sabemos que a inflação é a grande vilã no desenvolvimento de um país e por isso mesmo todos os esforços devem ser feitos para evitá-la.

 

 

Um forte abraço!

 

Eliane Sinhasique

Jornalista, radialista, publicitária e cidadã acreana.

 

 

 

 

 

 

 

           



Escrito por Eliane Sinhasique às 12h01
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A vida real nos bairro de Rio Branco - Acre

Como não sei colocar fotos aqui no blog, sem a ajuda do meu filho, sugiro que visitem minha página no orkut:

Eliane Sinhasique e vejam as fotos dos bairros Boa União e Baixada da Habitasa.

ÁLBUM REALIDADE URBANA



Escrito por Eliane Sinhasique às 13h11
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Meu livro está à venda na internet -Confiram!

http://www.livrariabarauna.com.br/sinhasique-eliane/



Escrito por Eliane Sinhasique às 13h03
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Publicado em 12/11/2010

O crime compensa

 

            A Previdência Social Brasileira é uma mãe.

         Quando um trabalhador comum, se machuca, sofre um acidente e precisa parar de trabalhar, ele ganha um salário mínimo.

         Uma mulher, quando tem um bebê, também ganha um salário mínimo durante um período de amamentação.

         Enquanto isso, os dependentes dos presos, por qualquer crime, podem requerer à seguradora do trabalhador brasileiro, o auxílio reclusão no valor de R$ 810,18 (oitocentos e dez reais e dezoito centavos) enquanto o cidadão infrator estiver na penal.

         Isso não é ficção.

         É real e pode ser constatado na página da internet: http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22

         O auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes do segurado recolhido à prisão, durante o período em que estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto. Só não cabe concessão de auxílio-reclusão aos dependentes do segurado que estiver em livramento condicional ou cumprindo pena em regime aberto.

         Para a concessão do benefício, são exigidos alguns requisitos:

- o segurado que tiver sido preso não poderá estar recebendo salário da empresa na qual trabalhava, nem estar em gozo de auxílio-doença, aposentadoria ou abono de permanência em serviço;

- o último salário-de-contribuição do segurado (vigente na data do recolhimento à prisão ou na data do afastamento do trabalho ou cessação das contribuições), tomado em seu valor mensal, deverá ser igual a R$ 810,18 desde primeiro de janeiro de 2010, independentemente da quantidade de contratos e de atividades exercidas.

         Ou seja, o preso poderia até ganhar mais, mas sua prisão beneficiará cada um de seus dependentes com um salário de R$ 810,18!

         Se um trabalhador cometer um crime, por exemplo, e tiver uma mulher e dois filhos menores e mais um irmão que dependa dele, essa família irá embolsar mensalmente R$ 3.240,72.

         Quem disse que o crime não compensa???

         Enquanto o trabalhador criminoso fica preso com direito a alimentação, visitas íntimas, não paga aluguel, água, luz e impostos, sua família fica muito bem, com um salário até melhor do que quando o trabalhador estava trabalhando 8 horas por dia.

         É uma vergonha!

         Onde já se viu tantos benefícios para quem comete um crime?

         Infelizmente, a mesma previdência brasileira não dá benefício algum para os dependentes das vítimas. É uma verdadeira inversão de valores. Os filhos dos que foram assassinados podem cair na criminalidade enquanto se paga para os filhos dos criminosos não incorrerem no mesmo erro.

                Isso é, no mínimo, uma injustiça social e as organizações dos Direito Humanos nada fazem, nada dizem, só agem em benefício dos criminosos. Acordem!

 

 



Escrito por Eliane Sinhasique às 15h30
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19/11/2010 - Publicado

Sofro perseguição!

 

         Agora, e só agora, eu sei o que é sofrer perseguição.

         Quando encampei a luta por melhorias na distribuição de energia no Acre eu não sabia o que era perseguição.

         Quando coloquei a boca no microfone da 93,3 FM para reclamar dos péssimos serviços e para mobilizar a população para esse debate, necessário, sobre a questão energética, eu não sabia o que era perseguição.

         Quando participei de uma audiência pública com a diretoria da Aneel - agência reguladora das distribuidoras de energia elétrica - e falei em nome da população que sofre prejuízos com as interrupções de energia, eu não sabia o que era perseguição.

         Quando fui à Brasília, ao Ministério das Minas e Energia, para uma audiência junto com a bancada federal acreana e apresentei vários casos de irregularidades nas cobranças da conta de luz, eu não sabia o que era perseguição.

         Agora eu sei o que é perseguição porque estou sofrendo na pele o que é encampar uma luta como essa.

         Recebi a visita dos fiscais terceirizados da Eletrobrás Acre. Eles não constataram nenhum gato mas, condenaram minha instalação elétrica.

         Primeiro me pediram para colocar a caixa de passagem dos fios para o lado de fora do muro. Só depois disso é que trocariam meu relógio contador por um novo, digital. Chamei o eletricista e o pedreiro e o serviço foi feito.

         Depois de vários dias pedindo para que eles viessem fazer a troca do relógio, para minha surpresa, eles também condenaram a fiação que vinha do poste de forma subterrânea. Me “orientaram” a tirar toda a fiação e colocar por via aérea. Além de ter ficado feio, gastei uma boa grana que não estava no meu orçamento.

         Esse procedimento todo demorou quase dois meses!

         Com calma e paciência e tratando muito bem a equipe, concluímos o serviço. Tive apenas uma redução de R$ 15,00 na minha conta de luz.

         Depois disso estou me deparando com um outro inconveniente. Minha conta de luz, há dois meses, não chega na minha caixa de correio, que fica ao lado do contador de energia.

         Só pode ser a tal da perseguição!

         Moro no meu atual endereço há mais de 11 anos e nunca, nunca uma conta de energia deixou de ser entregue!

         Todos os meus vizinhos estão recebendo suas contas normalmente e só a minha não aparece. Como não tenho tempo sobrando, demoro a ir ao escritório da empresa para pegar a segunda via. Com isso estou atrasando os pagamentos e, obviamente, pagando mais caro com juros e multas por atraso. Chega!

         Só ontem descobri que posso puxar pela internet a segunda via da conta. Tudo bem, vou utilizar esse recurso mas é uma puta sacanagem não colocarem minha conta na caixa do correio.

         Isso é ou não é perseguição??? Para esses casos existe o número 167 da Aneel.

         Mas não será esse tipo de coisa que irá me intimidar. Sempre denunciarei e reclamarei dos serviços da Eletrobrás Acre enquanto essa empresa não respeitar o consumidor acreano.

 



Escrito por Eliane Sinhasique às 15h29
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Artigo publicado emA Gazeta em 5 de novembro de 2010

Acreditem na Mulher!

         Uma mulher chegou à presidência da república.

         Um grande feito para um homem analfabeto e altamente evoluído num país machista.

         O presidente Lula é realmente um homem que está à frente do seu tempo. Conseguiu, através do seu apoio, fazer a sua sucessora. Uma desconhecida, sem mandato, uma mulher.

         Os machistas e as machistas (porque existem muitas mulheres que só acreditam no poder fálico do sexo masculino), já se alvoroçam em dizer que não vai dar certo.

         Tenham santa paciência! Se fosse José Serra o eleito, também teríamos obrigação moral de apoiá-lo.

         Uma mulher chegou a me dizer que se pudesse iria “dar um tempo” fora do Brasil até que terminasse o mandato de Dilma. Que é que é isso companheira???

         Os guerreiros não fogem à luta!

         Precisaremos de todos os homens e mulheres batalhando junto com nossa presidente para fazer as transformações sociais e as reformas que elevarão nosso País ao grande desenvolvimento e ao tão sonhado primeiro mundo.

         É preciso acreditar!

         É preciso dar um voto de confiança!

         Alegam que Dilma é durona, autoritária. Eu pergunto: desde quando se coloca ordem numa empresa, num estado, em qualquer administração, sendo uma “fofinha” com quem não quer trabalhar???

         É preciso ter pulso forte. Saber o que é necessário ser feito, saber mandar e cobrar resultados. Isso Dilma sabe. Ela é a idealizadora do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, ela foi quem auxiliou o presidente Lula na implementação da distribuição de renda pelo País e por saber de sua competência, é que o presidente Lula a indicou para sucedê-lo.

         Não é hora de torcer pelo pior. Não é hora de desejar uma péssima administração só para depois poder descredenciar as mulheres pelo simples prazer de dizer: eu não disse que uma mulher não dava conta???

         É hora de acreditar!

         É hora de dizer: estamos com você Dilma e apoiaremos as decisões que você tomar para o bem estar da população brasileira. É hora de dizer: vá em frente e governe para os mais pobres, faça com que as pessoas tenham melhores condições de vida, governe para quem precisa!

         Governando para os mais pobres e elevando essas pessoas para classes superiores, todos ganham. Os pobres, os ricos, os empreendedores, os industriais, os comerciantes, os construtores, os produtores, porque todos podem fazer mais, comprar mais, consumir mais, plantar mais, construir mais e vender mais e mais dinheiro irá circular gerando qualidade de vida e oportunidade de crescimento.

         Dilma tem todas as ferramentas necessárias para a sua governabilidade. Tem competência, a maioria no congresso e senado e a maioria dos governadores. Dinheiro em caixa e a credibilidade que deu à ela a presidência da república.

         Vai Dilma!

         A hora é da mulher e você pode nos honrar.

 



Escrito por Eliane Sinhasique às 02h48
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